Apresentação

 

 

      O Laboratório de Robótica e Reabilitação - LABORE, fica localizado no campus São Paulo do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de São Paulo - IFSP.

      Foi inaugurado em 06 de dezembro de 2012 e conta com uma ampla infraestrutura para atender às necessidades de cada um dos seus projetos, todos destinados à reabilitação humana.

      O LABORE foi criado por um grupo de pesquisadores, composto por professores e alunos, que estavam desenvolvendo tecnologias e trabalhos relacionados à área da robótica e reabilitação desde 2009.

      Os objetivos principais do grupo são: Desenvolver a tecnologia nacional na área de reabilitação, permitindo assim a redução nos custos, e o de inovar frente ao cenário mundial, criando novas tecnologias e visando encontrar respostas mais eficazes às necessidades dos pacientes.

      Como lembrete de que o foco do trabalho dentro do laboratório são as pessoas, motivo de orgulho e entusiasmo para os pesquisadores, foi eleita a figura de um mascote, apelidado de Batatinha.

 

Batatinha, Mascote do LABORE

 

 

Notícias

 

IFSP inaugura Laboratório de Robótica e Reabilitação

 

      O IFSP, por meio da pró-reitoria de Pesquisa e Inovação inaugura, dia 6 de dezembro, o Laboratório de Pesquisa em Robótica e Reabilitação (Labore), com sede no Campus São Paulo, às 14h30.

 

 

      O Labore é destinado à pesquisa de reabilitação humana e sua interface com a robótica. Será utilizado por alunos de diferentes áreas do conhecimento, já que a reabilitação é multidisciplinar.

      O primeiro laboratório exclusivo para pesquisas sediado no Campus São Paulo possibilitará a parceria entre o IFSP e outras instituições, como centros de reabilitação, hospitais, escolas e empresas da área, incentivando o desenvolvimento científico do corpo docente e discente, bem como contribuindo para a qualidade de vida da sociedade.

      A inauguração do Laboratório de Pesquisa em Robótica e Reabilitação contará com a presença de alunos, professores, pró-reitores, representantes da direção do Campus São Paulo e da reitoria, e de instituições como a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD) e a Otto Bock, uma das maiores empresas de próteses do mundo.

      No espaço, os alunos realizarão pesquisas utilizando equipamentos de alta tecnologia, como o scanner 3D e a máquina de prototipagem rápida, e ferramentas básicas, como maca, cadeira de rodas, barras paralelas, computadores e osciloscópios.

      Foi uma grande conquista realizada pelo grupo que poderá fornecer soluções para suprir as necessidades da sociedade de reabilitação, com o uso de tecnologias preferencialmente nacionais. Entre elas podem-se citar o desenvolvimento de uma prótese de membro superior, projeto que está sendo realizado pelos estudantes Amauri Bueno de Camargo Junior, André Luís Spera Santos, Israel Felipe Ferreira e Raul Zanardo, do curso de Engenharia de Controle e Automação, ministrado na própria Instituição, sob orientação do Professor Dr. Paulo Marcos de Aguiar.

 

Pesquisadores do LABORE apresentam trabalho em feira internacional de reabilitação

 

      Um grupo de estudantes do Campus São Paulo apresentou o trabalho de desenvolvimento de prótese de membro superior (MS) na XI Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade (ReaTech), realizada entre os dias 12 e 15 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes.

      A pesquisa desenvolvida pelos alunos utiliza como ferramenta o scanner 3D, equipamento adquirido no ano passado através da importação direta. Com o aparelho, é possível aferir com precisão as dimensões do braço, antebraço ou mão a serem desenvolvidas. O professor Paulo Marcos de Aguiar, um dos coordenadores do projeto explica que “com o scanner podemos construir uma prótese mais precisa, mais próxima de um membro natural”.

      O trabalho dos alunos atraiu a atenção dos visitantes e especialistas como o neurocirurgião do Hospital das Clínicas, Vinícius Monteiro de Paula Guirado, e do técnico de próteses e órteses da AACD, Luiz Mergulhão. “Na Europa e nos EUA este tipo de tecnologia já está muito desenvolvida, aqui nós ainda estamos engatinhando. A partir do uso do scanner podemos desenvolver um processo totalmente automatizado, hoje só o utilizamos para a confecção de próteses, mas acredito que no futuro poderá ser empregado em outras áreas da reabilitação”, avalia Mergulhão.

 

Técnico da AACD, Luiz Mergulhão testa scanner

 

      O trabalho exposto foi desenvolvido pelos estudantes de Engenharia de Controle e Automação, Israel Felipe Ferreira, Amauri Bueno de Camargo Júnior, Raul Zanardo e Andre Luís Spera Santos, além de Hugo Magalhães, aluno do Mestrado Profissional em Automação e Controle de Processos. Eles pesquisam em conjunto diferentes partes do projeto.

 

IFSP realiza primeira importação direta para pesquisa

 

      O IFSP realizou a primeira compra de equipamentos para pesquisas por meio de importação direta. Um scanner portátil 3D e uma máquina de prototipagem rápida facilitarão os trabalhos de pesquisa desenvolvidos na instituição.

 

 

      Baseada nas leis n.° 8010/1990 e n.° 10964/2004, a importação direta proporciona aos cientistas e pesquisadores a isenção tributária relativa a bens destinados à pesquisa científica e tecnológica. Por meio desse processo, foi possível economizar cerca de 50% dos gastos com os equipamentos, de acordo com o diretor de Pesquisa e Inovação do IFSP, Paulo Marcos de Aguiar.

      As tentativas de compras por importação direta pela pró-reitoria de Pesquisa e Inovação Tecnológica (PRP) se iniciaram em 2008, quando o Instituto Federal teve um projeto de compra de equipamentos para pesquisa aprovado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes). Porém, empecilhos como o tempo para liberação do recurso, associados a outras exigências para completar o processo, impediram o êxito da compra.

      Paulo Marcos de Aguiar frisa os dois anos de dedicação e trabalho para viabilizar a conquista, que trará muitos benefícios aos pesquisadores do IFSP. “Vencemos o contrato de câmbio e as dificuldades da importação. O Instituto Federal aprendeu na prática, com muito trabalho. Daqui em diante receberemos mais equipamentos por meio da importação direta, como o Campus Matão, que já iniciou o processo”.

      Entre as etapas burocráticas, foi necessário habilitar-se no Ambiente de Registro e Rastreamento da Atuação dos Intervenientes Aduaneiros (Radar), da Receita Federal, que oferece permissão para importação.

      Segundo o diretor de Pesquisa, a garantia de isenção de impostos, que reduz os valores em 50%, em média, permite a aquisição de mais equipamentos, melhorando a estrutura de laboratórios, por um valor que poderia ser inviável se a compra fosse realizada através de representantes das empresas no BrasiA PRP e a PRA irão elaborar um documento explicativo sobre o processo de importação direta para ser disponibilizado a todos os campi da instituição.

Novos equipamentos

      O scanner portátil 3D de origem canadense e a máquina de prototipagem rápida norte-americana, que custaram, no total, cerca de R$ 140 mil, devem chegar ao IFSP neste semestre. Após montagem, treinamento e o envio de relatório à Capes, os equipamentos podem ser utilizados.

      O scanner permite digitalizar qualquer peça física em três dimensões, a qual é transformada em um arquivo de computador. “Assim não perderemos mais tempo com medidas e desenhando. Vamos direto trabalhar em cima da imagem”, explica Paulo de Aguiar.

      A máquina de prototipagem rápida, também conhecida como impressora 3D, finaliza o processo: reproduz em polímeros o protótipo da imagem trabalhada a partir do material original.

      Os equipamentos foram adquiridos do Canadá e Estados Unidos, respectivamente, com financiamento da Capes.

 

 

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